sábado, 24 de agosto de 2013

Comida japonesa: o salmão precisa ser congelado antes de consumido cru

Por  G1
Conheça as formas ideais de conservação do peixe - no supermercado, em casa e no restaurante - para se proteger da presença de microorganismos

sashimi de salmão (Foto: Getty Images)No restaurante japonês, o peixe precisa ficar abaixo de 20oC negativos por uma semana (Foto:Getty Images)
Conservar adequadamente um alimento é mantê-lo protegido, principalmente do desenvolvimento de microorganismos, que possam afetar a saúde do homem. Além da preocupação em manter a aparência, o sabor e o seu valor nutricional.
peixe fresco estraga com muita facilidade e seu processo de deterioração se inicia assim que ele sai da água. O peixe na forma inteira tem uma durabilidade maior que filés e postas. Todo peixe deve ser mantido em refrigeração até o momento do seu preparo. É importante não armazenar o peixe fresco por um período superior a 24 horas e jamais por mais de 48 horas.
salmão, por exemplo, deve ser conservado em geladeira, sendo ele cru ou defumado. Deve estar protegido por filme plástico ou em recipiente fechado a vácuo. O salmão é um tipo de peixe que congela muito bem, porém seu paladar é alterado com o tempo. A recomendação é que se mantenha o salmão congelado por no máximo 90 dias. Devemos descongelá-lo por completo no refrigerador antes de prepará-lo. Uma vez descongelado não deve voltar ao freezer. Ele pode ser congelado inteiro, desde que esteja completamente limpo, ou então em porções.  Para garantir que o salmão fique totalmente protegido, é preciso utilizar várias camadas de filme plástico, do contrário sua textura será alterada.
 
Sanduíche de salmão defumado (Foto: Divulgação)Mesmo o salmão defumado deve ser mantido
em geladeira ou freezer (Foto: Divulgação)
salmão defumado adquirido em embalagem normal deve ser congelado no mesmo dia da compra e consumido no prazo máximo de um mês.  Se for embalado a vácuo, pode permanecer no freezer por no máximo 90 dias.
Cozinhar o salmão é sempre preferível, pois a alta temperatura elimina o risco de uma contaminação. Mas nem por isso as tão saborosas comidas japonesas que levam opeixe cru precisam ser evitadas. Segundo orientações da Anvisa, o prato que contenha  salmão cru ou mal cozido deve passar por um  congelamento em uma temperatura de pelo menos -20°C por um período mínimo de sete dias ou -35°C por um período mínimo de 15 horas. São condições suficientes para inativar as larvas de qualquer parasita, evitando qualquer tipo de contaminação.
O consumidor deve estar atento e exigir seus direitos: é obrigatório ter um termômetro em supermercados ou restaurantes registrando a temperatura adequada. E não basta exibir peixes sobre uma camada de gelo, como é comum em feiras e supermercados.  A orientação da Anvisa  é que haja gelo por baixo e por  cima destes  peixes, e que eles estejam em um recipiente fechado.
Como qualquer alimento, o peixe se mal conservado ou mal manipulado pode sofrer contaminação, gerando danos a saúde do homem. Fique atento!
* As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.
Natália Oliveira (Foto: Editoria de Arte / EUATLETA.COM)

sexta-feira, 23 de agosto de 2013




Poderia uma vodca feita de uvas francesas fazer sucesso em um segmento dominado por marcas russas e polonesas? Não somente poderia como foi o que aconteceu com a marca francesa CÎROC, que se tornou um dos maiores casos de sucesso nesse setor presença constante nos ambientes mais badalados e descolados do mundo. O fato de ser feita de uva e, sobretudo, na França, país-ícone do luxo, já confere à CÎROC uma elegância, complementada também por sua garrafa, que lembra os frascos criados por perfumistas.

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A história

Jean-Sébastien Robicquet, enólogo francês da região de Bordeaux, tinha tudo para ser um bom produtor de vinho ou, no mínimo, de conhaque. Isso porque a história de sua família está intimamente ligada à produção dessas duas bebidas há mais de 400 anos. Mas esse não foi o caminho trilhado pelo empresário. Ele subverteu todas as regras do clã e optou por dar um toque de modernidade no tradicional negócio familiar, ao aproveitar as uvas cultivadas no terroir localizado na pequena cidade de Gaillac para produzir vodca, uma bebida tradicionalmente destilada de grãos e batatas. Para tanto, o francês misturou técnicas desenvolvidas por monges beneditinos no século 10 com tecnologia de ponta.
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O resultado atende pelo nome de CÎROC (palavra originada da combinação de cîme, cume em francês, eroche, rocha) uma clara alusão a Gaillac, região onde são produzidas uvas nas mais altas altitudes e os mais nobres vinhos franceses. Seu princípio é o de um vinho destilado. Cada 10 quilos de uva rendem 4,5 litros de vinho que, destilados por cinco vezes (enquanto o conhaque, apenas duas) e fermentados a frio, entre 16ºC e 18ºC, diferentemente das outras vodcas, garantem um litro da bebida. As cepas utilizadas são a Ugni Blanc (95%) e a Mauzac Blanc (5%) das proximidades de Gaillac e Cognac, sudoeste da França, e cultivadas a 300 metros de altitude. Essa combinação única e o fato de serem colhidas de madrugada, quando as temperaturas são mais baixas, foram descobertas de Robicquet, que passou dois anos fazendo pesquisas.
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A CÎROC começou a nascer em 2001 quando ele fundou a Euro Wine Gate, empresa especializada na criação, inovação e distribuição de vinhos e destilados contemporâneos, e teve a idéia de explorar a uva de outras formas. Primeiro veio uma tequila, que chamou a atenção da Diageo, gigante inglesa do setor de bebidas alcoólicas. Pouco depois, em 2003, foi a vez da CÎROC, lançada primeiramente no mercado americano em parceria com a Diageo. A vodca rapidamente se tornou um verdadeiro “hit” entre uma clientela urbana que freqüentava casas noturnas descoladas em cidades como Miami e Atlanta.
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O principal marketing da bebida inicialmente foi sua composição à base de uvas. Pode parecer estranho, mas, a rigor, segundo a legislação da Comunidade Européia, vodca é um destilado feito a partir de qualquer produto de origem agrícola. Atrelar a marca ao da mixologia molecular, tendência recente que elabora drinques alterando as texturas dos ingredientes, foi outra tática adotada pela empresa para fazer da CÎROC sinônimo de bebida “descolada”. A CÎROC chegou ao Brasil em 2005 e rapidamente seu consumo se tornou um hábito em restaurantes e casas noturnas mais badaladas e exclusivas do país. Para se ter idéia, a boate Pink Elephant, reduto dos bem-nascidos de São Paulo, vende sozinha cerca de mil garrafas por mês.
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Pouco depois, em 2007, o polêmico rapper americano Sean Combs passou a ser o embaixador e garoto-propaganda da marca. Em 2008, o produto ganhou uma “roupa nova” para enfrentar as altas temperaturas. Tratava-se da nova embalagem especial produzida para manter a bebida gelada por até quatro horas. O cooler era feito em aço inox e tinha um revestimento interno de neoprene, material ideal para manter a temperatura. Em poucos anos no mercado sua história tornou-se emblemática no mundo das bebidas. Afinal, em um segmento no qual a tradição é fundamental, a CÎROC, praticamente uma novata, já conquistou uma legião de fãs em mais de 40 países. O segredo? Além do produto, a marca conta com a experiência da Diageo para fazer seu marketing e distribuição seletiva.
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Dadoscorporativos
● Origem: França
● Lançamento: 2003 
● Criador: Jean-Sébastien Robicquet
● Sede mundial: Cognac, França
● Proprietário da marca: Diageo plc
● Capital aberto: Não
● Chairman: Franz Humer
● CEO: Paul Walsh
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: + 40 países
● Presença no Brasil: Sim
● Maiores mercados: Estados Unidos, Índia e Brasil
● Segmento: Bebidas 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

            Delícias que vem do mar 


Delícias que vem do mar
Encontrados de diversas maneiras na culinária, os frutos do mar são geralmente utilizados em pratos requintados e elaborados, além de estarem presentes em pratos da culinária nordestina e oriental. Se você é um dos apreciadores do delicioso sabor dos frutos do mar veja a matéria a seguir.
Classificação
Os frutos do mar estão divididos em duas classes principais: moluscos e crustáceos. Os moluscos apresentam conchas (valvas) ou não. Podem ter uma ou duas conchas, são eles: ostras, mexilhões, vieiras, mariscos, vôngoles, polvos e lulas. Os crustáceos possuem uma carapaça dura, são eles: lagostas, lagostins, siris, caranguejos e camarões.
Propriedades nutricionais
São excelentes fontes de ômega 3, que são gorduras que trazem benefícios à saúde, como diminuição do risco de doenças cardiovasculares, normalização dos níveis de colesterol e triglicérides na corrente sanguínea, além de atuarem no sistema imunológico.
Os frutos do mar são ricos ainda em proteínas, vitaminas e sais minerais. Entre eles, podemos citar a vitamina A, as vitaminas do complexo B, vitamina D e E e os minerais como cálcio, iodo, potássio e zinco.
Por outro lado, são fontes de colesterol e sódio e por isso devem ser consumidos com moderação. Os frutos do mar possuem um potencial alergênico e são muito suscetíveis a deterioração e contaminação.
Cuidados na hora da compra e consumo
Na hora da compra, a menos que sejam comprados diretamente de onde foram pescados, os frutos do mar devem ser provenientes de lugares que possuam um rigoroso controle de qualidade. Exceto caranguejos e camarões, os frutos do mar devem ter cheiro característico, cheiro de água salgada, maresia.
Mariscos, mexilhões e ostras devem ser comprados com as conchas fechadas, devem estar brilhantes e com água incolor e límpida nas conchas. Devem estar com cheiro agradável e carne úmida, bem aderente à concha. A cor deve ser acinzentada nas ostras e amarelada nos mexilhões. Após a fervura do cozimento, as conchas que não abrirem devem ser descartadas.
Na compra de camarões frescos, fique atento nos seguintes detalhes: a casca e a cabeça devem estar intactas, a cor deve ser clara e o cheiro agradável. Por ser facilmente perecível devem ser preparados no dia da compra. Se forem congelados, devem estar limpos, sem a cabeça e as cascas, em embalagens hermeticamente fechadas, e devem ser utilizados logo após o descongelamento.
Polvos e lulas frescos possuem a pele lisa e úmida, olhos vivos e salientes nas bordas, carne consistente e elástica e cheiro característico. Escolha os mais claros. Isso indica que estão mais frescos.
Saiba um pouco mais sobre alguns frutos do mar
Ostra: Tem o corpo mole, protegido por uma concha dura, grossa, cinza escura. Possui sabor suave, levemente salgado. A cor da carne pode variar do bege ao cinza e a textura pode ser macia ou firme. Pode ser consumida crua, com suco de limão e pimenta, cozida, ensopada, como moqueca, frita ou grelhada. A ostra é uma boa fonte do mineral zinco.
Mexilhão: Sua concha é de cor negra azulada. Pode ser servido cru, ao vinagrete ou utilizado como ingrediente de algumas preparações como paella e caldeirada.
Polvo: Tem cerca de meio metro, com oito longos tentáculos. Sua carne é saborosa, porém elástica. Em função disso, o cozimento deve ser lento. O polvo também é utilizado no preparo de diversos pratos.
Lula: Está presente em vários pratos, como em moquecas, risotos, lula à dorê, paella, ou somente ao vinagrete. Sua carne é de textura firme.
Lagosta: Considerada como um dos melhores frutos do mar, quando crua tem cor esverdeado-escuro e depois de cozida torna-se vermelho brilhante. Tem cinco pares de patas e pode chegar a pesar 1,5kg. A lagosta é excelente fonte de vitamina B12 e ácido fólico.
Caranguejo: Vive em mangues, tem o corpo protegido por uma carapaça e cinco pares de patas. Pode ser encontrado inteiro, fresco ou já limpo e fora da casca. Como a lagosta e o camarão, o caranguejo possui um pigmento esverdeado chamado astaxantina, que ao sofrer aquecimento, fica vermelho (astaceno).
Camarão: Pequeno crustáceo, muito saboreado em diversos pratos. Existem inúmeras variedades de camarão: branco, cinza, rosa, sete barbas, pistola, entre outros. Pode ser encontrado fresco ou congelado.
Na hora da compra, fique atento para a carne que deve ser firme.
Veja as calorias de alguns frutos do mar:
Delícias que vem do mar
Por:
Roberta dos Santos Silva
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet, formada pela Universidade Católica de Santos CRN-3 14.113

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Por dentro da etiqueta japonesa

Atrapalhado com os pauzinhos? Veja algumas dicas para não passar apuros num encontro com nipônicos

Texto Patricia Oyama
 Foto Rogério Voltan
Foto Rogério Voltan
culinária japonesa está cada vez mais incorporada à cultura brasileira. Já a etiqueta daquele país continua a ser um mistério para muita gente. Se é este o seu caso, não precisa se acanhar: muitos descendentes – e mesmo japoneses legítimos – desconhecem várias regras de encontros sociais. “A geração do pós-guerra estava mais preocupada em conseguir comer para sobreviver, por isso não repassou a etiqueta para os filhos e netos”, diz Lumi Toyoda, consultora e professora de etiqueta japonesa. Mas pode apostar que todo mundo nota uma boa educação, aqui ou do outro lado do mundo. Para fazer bonito, siga as dicas de Lumi:

1. Ao visitar alguém, é de bom-tom levar um presente (omiyague). Não precisa ser nada de valor. “Vale mais um bolo que você fez do que um comprado, todo decorado”, diz Lumi.
2. O oshibori, aquela toalhinha aquecida oferecida antes da refeição, deve ser usada apenas para limpar as mãos.
3. Os hashis devem ficar paralelos à borda da mesa, nunca perpendiculares ao seu corpo.
4. Normalmente, nas casas japonesas e restaurantes, há um apoio para os hashis. Se não houver, você pode improvisar um, dobrando o envelope dos pauzinhos em forma de nó.
5. Caso você não consiga manusear o hashi, não precisa ter vergonha de pedir um garfo. “Ninguém é obrigado a seguir regras culturais desconhecidas”, pondera Lumi.
6. Nunca espete o hashi na comida. Isso remete aos rituais religiosos em que uma tigela de arroz com um par de hashis espetado é oferecida aos mortos.
7. Se achar que vai derrubar um alimento no meio do caminho entre a mesa e sua boca, levante a tigela ou o pratinho que estiver usando e aproxime-o do seu corpo.
8. No Japão, é costume fazer barulho ao sugar sopas. Se não quiser seguir o hábito, não tem problema. Mas assegure ao anfitrião de que você está gostando da comida.
9. Em relação à bebida, não é polido servir a si mesmo. Sirva os outros e espere que os outros lhe sirvam. 

EMBAIXADOR JAPONÊS

O sushi caiu no gosto mundial e frequenta de rodízios a restaurantes de alta gastronomia. Conheça as origens do prato-símbolo da culinária nipônica

sushi (Foto: Iara Venanzi)
Mais de um século depois da chegada dos imigrantes japoneses no Brasil, comersushi com pauzinhos virou cena comum até em churrascaria. Pouca gente sabe, no entanto, que o prato nipônico surgiu a partir de uma técnica para conservar peixes utilizando arroz cozido. Cultivado pelos japoneses desde o século 3 a.C., o arroz tem posto de ingrediente nobre no país asiático, onde simboliza bonança e fartura. Foi ainda na era pré-cristã que esse cereal recebeu a incumbência de conservar o peixe – a técnica consistia em misturar o pescado com arroz cozido e armazená-lo em potes lacrados, por um ano ou mais. Segundo o livro Jun Sakamoto – O virtuose do sushi, de Thomaz Souto Corrêa (Editora Bei), os grãos fermentavam, liberando o ácido acético que preservava a carne crua. Tal método deu origem a diversas receitas que estão na raiz da palavra sushi, mas quase todas caíram em desuso no século 17, quando o vinagre entrou em cena para acelerar o processo que, antes, dependia do tempo para a fermentação.
Cerca de 200 anos se passaram até que a receita se tornasse popular – em 1824, segundo Corrêa, o cozinheiro Hanaya Yohei teve a ideia de vender peixes frescos sobre bolinhos de arroz avinagrado. “Foi o estágio final na transformação do sushi, de alimento preservado, em fast-food”, afirma Naomichi Ishige, no livro The history and culture of Japanese food (editora Kegan Paul, sem edição no Brasil).
Por mais de um século, os sushis compunham refeições do tipo quebra-galho, entregues em domicílio ou vendidas na rua. Após a Segunda Guerra Mundial, porém, ganharam espaço em restaurantes respeitáveis e se tornaram uma especialização profissional – no mundo contemporâneo, por mais que mantenha lugar cativo no universo das refeições rápidas, a composição do sushi determina o estilo de um sushiman, como uma assinatura. Hideki Fuchikami, dono da rede paulistana Hideki, desenvolveu seu aprendizado ao longo de dez anos de estágios no Japão. De lá, trouxe o hábito de cortar o peixe em fatias mais grossas. “O corte fino não permite que se sinta tanto o sabor do pescado”, justifica. De outras adaptações ao paladar brasileiro, o chef admite não ter conseguido fugir. No bufê e no rodízio, segundo ele, o público só quer saber de peixe branco, atum e salmão, às vezes acrescidos de ingredientes nada orientais, como cream cheese e maionese.
O gergelim é  uma das plantas mais antigas cultivadas pelo homem. Seu país de origem é incerto, porém alguns estudos mostram sua localização entre Ásia e a África.
Esta planta é cultivada desde a antiguidade. No Egito, por exemplo, no tempo dos faraós, o gergelim era utilizado para obtenção do óleo, os impérios entre os rios Tigre e Eufrates cultivavam comercialmente o gergelim e os orientais consideravam as sementes quase sagradas.
A semente chegou ao Brasil pelos portugueses no século XVI, daí foi sendo cultivado, tradicionalmente, como “cultura de fundo de quinta”. O grão era consumido em nível de fazendas, e havia raros excedentes para comercialização.
Como característica a planta atinge de 1,5 a 2m de altura. Suas flores são brancas, púrpura ou cor-de-rosa. Os frutos apresentam-se em formas umas cápsulas pubescentes contendo sementes achatadas chegando de 2 a 5 mm de comprimento, com normalmente em cor castanha, branca ou preta. Hoje a ciência já pode nos mostrar vários benefícios que a planta nos traz.
MAS DE QUE FORMA DEVEMOS CONSUMIR O GERGELIM?
A melhor forma de consumir a semente é na forma integral; crua e com casca.
O gergelim umedece e lubrifica os intestinos em função da presença de ácido linol presente na casca de gergelim, aumentando o peristaltismo intestinal, o trânsito do bolo alimentar e ativando a circulação sanguínea na parede intestinal. Também evita e trata a prisão de ventre e hemorróidas.
Para as gestantes que apresentam prisão de ventre, o ideal é tomar suco desintoxicantes com gergelim para tratar este problema.
O QUE CONTÉM NA SEMENTE E QUE BENEFÍCIOS PROPORCIONA?
O gergelim é uma excelente fonte de proteínas, rico em gorduras do bem (gorduras monoinsaturadas) e com grande concentração de fibras. É indicado no controle da glicemia sanguínea (açúcar no sangue). Além disso, o gergelim apresenta grande quantidade de cálcio, ajudando no controle da massa corporal gorda, tanto na lipólise (quebra de gordura), quanto na inibição da lipogênese (armazenamento de tecido adiposo. Apresenta também alto teor de fósforo e ferro e é rico em vitaminas do complexo B.
Alguns benefícios:
Fortalece os tendões e ossos;
Tonifica o fígado e os rins;
Tônico geral, principalmente após hemorragias;
Combate dores lombares e de joelhos, reumatismo;
Evita a queda e o branqueamento precoce dos cabelos;
Melhora a elasticidade da pele e desenvolve forte poder antioxidante nas células.
DE QUE FORMA A SEMENTE CONTRIBUI PARA A PERDA DE PESO?
O gergelim é ideal para quem procura boa forma ou mesmo uma dieta equilibrada, pois ele possui grande quantidade de fibras, o que auxilia no bom funcionamento do intestino.
Ele tem o poder de aumentar a saciedade, pois apresenta uma casca rica em fibras, que leva mais tempo para ser quebrado e digerido pelo organismo, assim acaba estendendo o período de “sentir fome”. Além das proteínas que estão presentes na semente, onde também auxiliam neste processo e ainda previnem a flacidez.
O gergelim em si não é o responsável pelo emagrecimento, mas  as fibras insolúveis encontradas nele auxiliam na regulação do trato intestinal e saciedade.
QUAL SERIA A QUANTIDADE ADEQUADA PARA O CONSUMO?
Não há estudos suficientes para ter certeza da quantidade diária exata que devemos ingerir, porém alguns estudos mostram que a ingestão de 30g/dia já nos traz benefícios, como a redução do risco de diabetes e obesidade por exemplo.
CONSUMINDO PÃES OU BOLACHAS COM GERGELIM , POR EXEMPLO, CONSEGUIMOS O BENEFÍCIO DA SEMENTE?
O ideal é que a semente seja ingerida em sua forma integral, porém qualquer alimento que apresentar em sua composição o gergelim vai trazer benefícios ao nosso corpo. Hoje já podemos encontrar vários alimentos que o possui, mas também podemos inseri-lo em nossas receitas caseiras, levando um toque mais saboroso como ao arroz e saladas.
Fonte:  ANutricionista.Com - Juliana Paula Bruch - CRN2 8899D - Nutricionista em Lajeado.
Referências Bibliográficas:
http://www.docelimao.com.br/site/linhaca/539-o-gergelim

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/gergelim/gergelim
Importante: As informações fornecidas não são individualizadas, portanto, um nutricionista deve ser consultado antes de se iniciar uma dieta. O artigo acima expressa a opinião do autor e pode NÃO refletir a opinião do site ANutricionista.


  Experimente Ceviche, peixe branco marinado no limão, azeite extra virgen gengibre e gergelin(opcional)

sábado, 17 de agosto de 2013

                  LICHIA E SEUS GRANDES BENEFÍCIOS
Lichia e seus grandes benefícios 

A lichia engana os olhos pelo tamanho e pela casca áspera. No entanto, a frutinha de sabor adocicado é rica em benefícios para o organismo.

- A fruta tropical, cultivada principalmente na China, ganha apreciadores por todo o país porque, além de saudável, é pouco calórica.
- De acordo com a nutricionista Fabiana Carvalho de Souza, quatro unidades de lichia correspondem a 55 calorias. “Comparando com a melancia, para cada fatia grande encontramos aproximadamente 50 calorias”, afirmou.
- A lichia é rica em diversos nutrientes, com destaque para a vitamina C, potássio, cobre, magnésio, manganês, fósforo e ferro. “A vitamina C exerce função antioxidante, vasodilatador e anticoagulante, e o potássio é fundamental para o equilíbrio das células e o funcionamento cardíaco”.
- O cálcio e o fósforo estão presentes em quantidade significativa, e, dentre outras funções, atuam na formação óssea e na contração muscular. O magnésio participa em reações metabólicas.

Quem não pode comer
- É preciso cuidado, porém, para as pessoas portadoras de doenças renais, pois é necessário um controle para o consumo de frutas cruas. “O ideal seria evitar a lichia para indivíduos que possuem patologias em que o organismo não elimina o excesso de potássio ou outro nutriente e para pessoas que são alérgicas as substâncias presentes na fruta”, disse a nutricionista.
Como a lichia não está presente no cardápio em todas as épocas do ano, varie o consumo com frutas que possuem os mesmos nutrientes. São elas: uva, melão, kiwi, maracujá, laranja e banana.
Andreia Rosa vidabelaecia às 17:13 http://img1.blogblog.com/img/icon18_email.gif


                                                                  Saquerinha de Lichia

                      Os 13 benefícios do coentro para a saúde




1.  Inchaços: cineol, um dos 11 componentes dos óleos essenciais, e ácido linoleico, presente no coentro, possui propriedades anti-reumáticas e artríticas, que são muito benéficas para o inchaço causado devido a estas duas razões. Para outros, tais como inchaço devido ao mau funcionamento dos rins ou anemia, que é visto por ser eficaz, até certo ponto, como alguns dos componentes que ajudam a excreção extra de água do corpo ao mesmo tempo.
2.  Altos níveis de colesterol: Alguns dos ácidos presentes no coentro, como viz. ácido linoleico, ácido oleico, ácido palmítico, ácido esteárico e ácido ascórbico (vitamina C) são muito eficazes na redução do nível de colesterol no sangue. Eles também reduzem a deposição de colesterol nas paredes internas das artérias e veias.
3.  Diarréia: Alguns dos componentes de óleos essenciais em coentro, como borneol e linalol, ajuda a digestão, o bom funcionamento do fígado e colagem de intestino, ajudando na cura da diarréia. Também é útil na diarréia causada por ação microbiana e de fungos, uma vez que componentes como cineol, borneol, limoneno, alfa-pineno e beta-phelandrene têm efeitos antibactericidas. Além disso, as folhas de coentro fresco são excelentes aperitivos.
4.  Úlceras na boca: Citronelol, um componente de óleos essenciais em coentro, é um anti-séptico excelente. Além disso, outros componentes têm ação anti-microbiana e efeitos muito eficazes para este fim. O coentro até ajuda a melhorar o hálito.
5.  Anemia: O coentro é bom em ferro conteúdo queauxilia para melhorar a anemia.
6.   Digestão: coentro, devido ao seu aroma rico por causa de seus óleos essenciais, além de ser um aperitivo excelente, ajuda na secreção adequada de enzimas e sucos digestivos no estômago, estimula a digestão e movimentos peristálticos do intestino.
7.  Os óleos essenciais do coentro são anti-oxidantes e desintoxicantes . A presença de vitamina C e ferro fortalece o sistema imunológico também. Estas propriedades ajuda a prevenir e curar a varíola.
8.  Distúrbios menstruais: Ser estimulante na natureza e ajudando a secreção adequada das glândulas endócrinas, que também ajuda a secreção adequada dos hormônios e, assim, induzir ciclos menstruais mais cíclicos e redução de dores durante os períodos etc.
9.   Cuidados com os olhos: O coentro tem muitos anti-oxidantes, vitamina A, vitamina C e minerais como fósforo nos óleos essenciais em que ela previne o envelhecimento do olho. atua também na conjuntivite: Como discutido anteriormente, o coentro é um desinfetante muito bom e tem propriedades anti microbiana que protegem os olhos contra doenças contagiosas como conjuntivite.
10.   Distúrbios da pele: O desinfetante, desintoxicante, anti-séptico, propriedades anti-fúngicos e anti-oxidante do cominho são ideais para curar doenças de pele como eczema infecções secura, e fungos.
12.  Açúcar no sangue: o efeito estimulante sobre as glândulas endócrinas, a secreção de insulina é aumentada no pâncreas que aumenta o nível de insulina no sangue, ajudando assim a assimilação e absorção de açúcar e a queda resultante no nível de açúcar no sangue. Esta propriedade é muito benéfica para os pacientes que tem diabetes.
13.  Outros benefícios: Coentro ajuda a curar úlceras, e atua como um expectorante, protege e alivia fígado. É anti-cancerígenos, anti-convulsivantes, anti-histamínicos e hipnótico. Coentro acredita-se ser um afrodisíaco natural e anteriormente era amplamente utilizado em algumas preparações, combinado com outras ervas, para aumentar a libido. 

Fonte: Aparup Mukherjee






Cebolinha Verde e seus benefícios

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Você sem sobra de duvidas já conhece a Cebolinha Verde, ela é um ingrediente que pode ser usado em praticamente todos os tipos de pratos salgados, seja omeletes, sopas, purê de batata, carnes e até servindo de decoração para deixar os pratos mais bonitos. Outra vantagem da cebolinha é seu fácil cultivo, é um dos poucos “temperos” que podem ser facilmente cultivados em casa sem nenhuma experiência com a pratica, afinal basta colocar as sementes em um vasinho, regar e esperar que em poucos dias vai ter cebolinha fresca em sua casa.
Mas além de dar sabor e cor aos nossos pratos, a cebolinha verde também tem seus benefícios a saúde, e se você ainda não faz uso constante dela em sua cozinha esses benefícios podem te ajudar a começar usar mais esse excelente “tempero” em suas receitas.
1.       A cebolinha possui vitamina A que é importante ao nosso organismo por atua como anti oxidante, fortalece o sistema imunológico , melhora a visão e ajuda no crescimento do cabelo.
2.       Outra vitamina importante presente na cebolinha é a vitamina C que ajuda na prevenção de muitas doenças e retarda o envelhecimento.
3.       Além das vitaminas, na cebolinha ainda é possível encontrar minerais como cálcio e fosforo e também a niacina que estimula o apetite e deixa a pele mais bonita.
É útil saber: 
1.       A cebolinha deve ser usada fresca para você tirar proveito de todo o seu aroma e sabor, mas se não for usar todo o maço, é possível congelar as cebolinhas picadas e assim vai ter todo o seu aroma e sabor preservado.
2.       A cebolinha fresca sempre deve ser adicionada no final do preparo, pois não podem queimar ou cozinhar demais.
3.       Sempre lave as cebolinhas antes de usar, assim como qualquer alimento vindo da “terra”, possui sujeiras, bactérias e produtos químicos.