sábado, 20 de julho de 2013


Curry.


Temos visto nossas prateleiras se encherem desse condimento amarelo muito usado para arroz e verduras. Popular, mas só em forma de pó! Por isso, quando pensamos Curry, pensamos pó. Pois aqui veremos, o que significa, de verdade!
Curry é uma palavra mundialmente popular, que provém do indiano Kari, que significa molho. Basicamente o curry é um molho muito temperado, proveniente de um composto de ingredientes, que constitui a dieta básica de um grande número de povos orientais. Suas origens são confusas, mas muitos dados apontam a Índia, uma vez que quiseram inventar um jeito de dar mais paladar a carnes e verduras que consideravam insípidas. Foi assim que tiveram a idéia de aproveitar seus hectares de especiarias e começaram a temperar seus pratos com misturas incríveis que popularizaram o país. Cada lar e/ou cozinha mói suas especiarias e as mistura com verduras, leite de coco, yogurt e amêndoas para criar as pastas dignas de cada região.
Não existe uma só receita de curry. São milhares. Depende do país e de seus povos a variedade de ingredientes. A Índia, por exemplo, tem suas variantes, também conhecidas como “Masalas”: Tandoori (pimenta vermelha, cominho e cebola) e Garam (Cominho, funcho e noz moscada), entre outras. A Tailândia, por sua vez, usa ingredientes como a cebolinha, gengibre, cebola roxa e pimentas, e os divide em três tipos segundo seu grau de ardor: amarelo (mais suave), vermelho (intermediário) e verde (mais forte). A Malásia acrescenta folhas de lima e coentro e a África usa farinha de mandioca, frutos e folhas da selva.
Enfim, o mundo do curry é interminável e todos que o comem concordam que não se pode comer o mesmo curry duas vezes, pela variação de ingredientes e pela peculiaridade da mão que o prepara.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

MULHERES PODEM FAZER SUSHI?.....

As mulheres podem ou não podem preparar Sushi e Sashimi?
Dizem que as mulheres não podem preparar sushi e sashimi por causa da temperatura das mãos, que seria mais elevada do que a temperatura das mãos masculinas. De fato o que acontece é que, aproveitaram o fato da temperatura corpórea da mulher oscilar no período fértil, para disseminar a cultura de que esta variação de temperatura afetaria o sabor do sushi.
Esta é mais uma questão cultural do que científica. O sushi e o sashimi no Japão, diferente do que imaginamos, não são como o nosso arroz e feijão, os japoneses não comem sushi e sashimi no café da manhã, almoço e jantar, esta é uma comida cara, festiva, que é comida em eventos, comemorações, em restaurantes. As mulheres no Japão, antigamente, não tinham profissão, eram única e exclusivamente donas de casa e quem prepara o sushi e o sashimi nas festas, nos eventos, nos restaurantes? Um profissional.
A preparação dos sushis e sashimis é toda artesanal, imagine se uma mulher, que tivesse um pouco mais de habilidade nas mãos do que o homem, começasse a preparar sushi e sashimi, poderia se independer financeiramente do marido, acabando com a estrutura patriarcal que eles tinham, por isso, foi desenvolvida a cultura de que a temperatura das mãos da mulher é mais elevada do que a temperatura das mãos do homem.
Para você ter uma idéia a temperatura corpórea do ser humano varia em torno de 36.5 graus, quando a mulher está no período fértil a temperatura sobe para 36.6, 36.7, 36.8 até 36.9, se passar para 37 graus a mulher está febril. O tanto que sobe é muito pouco para alterar o sabor de qualquer coisa e os médicos dizem que é a temperatura basal, de dentro do corpo, que sobe e não a temperatura das extremidades.
Independente da mão de quem quer que seja, se segurarmos um filé de peixe nas mãos por 3, ou 4 minutos o filé cozinha, e o tempo médio de contato do peixe com as mãos, na hora de preparar o sushi, é de aproximadamente 3 segundos.
Cientificamente a medicina chinesa diz que a mulher concentra calor, geralmente, no interior, por causa da gestação, e o homem concentra calor nas extremidades, por causa da proteção, logo, tanto a mulher, quanto o homem, pode fazer sushis e sashimis, desde que façam de forma adequada.
sashimi  é uma iguaria tradicional da gastronomia japonesa. Seus ingredientes essenciais são as carnes de peixe e os frutos do mar, ambos sempre frescos, cortados em pequenas fatias e levados à mesa com molhos como o shoyu, o tempero japonês em pasta denominado wasabi, e com temperos como gengibre ralado ou ponzu, um molho de limão.
Ele pode acompanhar pratos como o shiso, uma planta oficialmente conhecida como ‘perilla’, e raiz de daikon, uma modalidade de rabanete comum na Ásia, cortada em pedaços. Em refeições mais sofisticadas o sashimi é servido primeiro, para que seu paladar não sofra a interferência de outros elementos gastronômicos. Há uma intensa simbologia neste gesto, pois reflete o gosto cultural do Japão pela delicadeza.
Este prato pode também ser o mais significativo do banquete, quando então é complementado com arroz e missoshiro, uma sopa de missô, ambos servidos em receptáculos diferentes. Normalmente a carne depeixe mais amplamente empregada no preparo desta iguaria é o atum, seguido de perto pelo salmão e o peixe branco.
A expressão ‘sashimi’ tem o sentido de ‘corpo furado’; seu significado procede do hábito gastronômico de fixar o rabo e a barbatana do animal marinho aos pedaços cortados, com o objetivo de realizar sua identificação. Outros estudiosos afirmam que este termo pode estar associado à técnica convencional de pesca dos japoneses.
Normalmente o peixe utilizado neste prato é capturado sozinho; logo depois seu cérebro é furado com um instrumento de ferro bem afiado, e assim é morto na mesma hora; em seguida é armazenado entre pedras de gelo. Este procedimento leva em conta que desta forma o animal apresenta menos ácido lático, ao contrário do que morre lentamente, e é preservado por um tempo maior.
No Brasil este vocábulo engloba qualquer refeição crua. Alguns sashimi são vegetarianos, compostos por produtos naturais; outros são preparados com carne vermelha não cozida, como a do boi ou do cavalo. Às vezes ele é servido com pasta de wasabi mesclada no molho shoyu, o que não se concebe, por exemplo, no consumo do sushi.
Os que zelam pela tradição, porém, são contra esta mistura, pois isto atenua o sabor picante do wasabi, fundamental no sashimi não só por seu paladar, mas também porque elimina bactérias e qualquer parasita que a refeição crua possa conter. Quanto ao atum, nem sempre foi o predileto dos japoneses, pois sua carne, muito delicada, ficava escura muito rápido ao ser congelada, o que causava uma certa repulsa ao olhar.
Só depois do aprimoramento das técnicas de congelamento é que este peixe pode preservar seu tom avermelhado mesmo após permanecer no gelo. Ainda assim o atum ainda não era consumido pela elite japonesa até o fim da Era Edo, que se prolongou de 1600 a 1867, nem em festas.
Com o princípio da Era Showa, a qual se estendeu de 1925 a 1989, este animal marinho passou a agradar o paladar dos japoneses; no período que se seguiu à Segunda Guerra Mundial ele adquiriu um status especial, sendo a partir de então considerado um alimento de alta qualidade.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Aposte no bifum, macarrão oriental feito de arroz
Aposte no bifum, macarrão oriental feito de arroz


Quem pensa que o Yakisoba é o único prato de massa da culinária oriental precisa ampliar seu universo gastronômico. O bifum, macarrão fininho feito de arroz, também tem seu lugar nos cardápios dos restaurantes japoneses e chineses. "Trata-se de uma massa de sabor neutro, que recebe bem os temperos", explica Homero Cassiano, gerente do Mitsuba.
Versátil, o bifum combina com legumes grelhados, carne bovina, lombo de porco, frango, peixes e frutos do mar. O modo mais tradicional de servir se assemelha ao do Yakisoba, com o macarrão misturado aos legumes e aos tipos de proteína escolhidos. Mas a massa também pode ser usada no preparo de saladas ou de pratos vegetarianos. Tanto que conquistou os fãs da comida natural.
Outra vantagem do bifum, que é bem mais leve do que o macarrão convencional, é não conter glútem. "Cada porção de 100 gramas de bifum tem 259 calorias e pouquíssima gordura", afirma Homero. A massa ainda é rápida de preparar: basta ficar cerca de um minuto em água fervente e pronto, é só escorrer e adicionar os complementos que quiser.


Macarrão de Arroz
  O arroz, alimento que é base da alimentação diária dos brasileiros,
agora poderá ser saboreado de duas formas: como arroz ou como macarrão, mantendo os mesmo benefícios nutricionais: fonte de carboidratos que se diferenciam pelo teor de amido resistente, o que o torna próprio tanto para alimentação de atletas, quanto para dietas de controle de peso, diabetes e hipertrigliceridemia. Além disso, possui proteínas hipoalergênicas que o tornam próprio para intolerantes ao glúten.
Além de substituir o trigo, que tem aproximadamente 50% da sua demanda no Brasil suprida pelo mercado externo, a massa de arroz é isenta de glúten, constituindo um alimento seguro para os portadores da Doença Celíaca.
Segundo a Associação dos Celíacos do Brasil (Acelbra), os celíacos sofrem com a intolerância permanente ao glúten. Por isso alimentos que possuem o glúten em sua composição ou processo de fabricação, são absolutamente proibidos na dieta dos portadores dessa doença. Dado que os celíacos ainda enfrentam a pequena disponibilidade de produtos que atendam suas necessidades, a massa de arroz - em particular o macarrão - se configura como uma excelente alternativa
gastronômica.
A Massa Alimentícia de Arroz é uma excelente alternativa para quem aprecia um bom macarrão, mas não dispensa os cuidados com a alimentação, oferecendo o mesmo sabor, consistência e cozimento da
massa de trigo, com a vantagem de que oferece energia gradual ao organismo que, em quantidades ideais, evita o aumento do peso.


quarta-feira, 17 de julho de 2013

                                    

A região da Baviera sempre foi a “casa” das cervejas de trigo. Detém 90% do mercado mundial deste tipo de cerveja e produz em torno de 1.000 tipos diferentes. Nesse mercado, a ERDINGER, maior especialista global em cerveja de trigo, tece sua grande influência: disseminou o conhecimento e consumo deste estilo não apenas para outras regiões da Alemanha, como também para o mundo, e produz exclusivamente cervejas de trigo - as famosas Weissbiers, que por sua refrescância e corpo, conquistam a cada dia mais e mais apreciadores.

A história
A marca de cerveja ERDINGER tem suas origens no ano de 1886, na pequena cidade de Erding, região da Baviera no sul da Alemanha, quando Johann Kienle fundou a pequena e modesta cervejaria para produzir cerveja feita á base de trigo. A Weissbier (cerveja de trigo em alemão) tinha como característica o fato de ser produzida a partir do trigo e da cevada, diferentemente da cerveja tipo Pilsen que é feita a partir apenas da cevada. Contendo menos lúpulo, se comparada com a maioria das cervejas tipo Pilsen daquele país, a Weissbier proporciona uma sensação gustativa mais suave. Desde o início, ERDINGER era uma cerveja não pasteurizada, produzida de acordo com a Lei de Pureza de 1516 (Reinheitsgebot). Não continha aditivos químicos, corantes, conservadores ou cereais não maltados, como o milho e o arroz. Pouco depois, em 1890, a cervejaria foi vendida para a família Stadlmaier da cidade de Munique.No ano de 1930 a cervejaria foi vendida novamente, desta vez para o grupo F.W. Otto AG, e passou a ser comandada por Franz Brombach, responsável por conduzir a tradicional cervejaria e suas iguarias etílicas feitas à base de trigo ao sucesso. Inconfundível, ERDINGER era uma cerveja híbrida, de alta e baixa fermentação, produzida com malte de trigo e cevada, de aparência naturalmente turva e sabor suave. Cinco anos depois a produção de cerveja de trigo atingia 2.500 hectolitros. A cervejaria teve seu nome alterado para ERDINGER WEISSRÄU somente no dia 27 de dezembro de 1949. No ano seguinte a produção atingia 6 mil garrafas por hora.O famoso slogan “enimal landet jeder beim Erdinger Weissbier!” (em inglês, “enimal everyone lands with Erdinger Weissbier!”) foi introduzido em 1970 e se tornou extremamente popular, especialmente na Alemanha. No ano seguinte, outro slogan de sucesso foi lançado: “Traditional Bavarian Speciality” e o jingle “Des Erdinger Weissbier, des is hoid a Pracht” que se tornou um clássico da publicidade alemã. Em 1975, com a morte de Franz, o negócio foi assumido por seu filho, Werner Brombach, que, além de ser formado em comércio, era mestre-cervejeiro. Originalmente conhecida apenas na Baviera, a cerveja de trigo foi pioneiramente popularizada pela ERDINGER por toda a Alemanha a partir de 1980.Pouco depois, em 1982, sentindo o efeito dessa popularização a cervejaria atingia capacidade de produção de 82 mil garrafas por hora. No ano seguinte foi construída uma nova cervejaria, com modernos equipamentos e laboratórios, para atender a crescente demanda e realizar estudos e pesquisas para a fabricação de outras versões de cervejas de trigo. A década de 90 começou atingindo uma marca história com a produção superando 1 milhão de hectolitros, fazendo com que a cervejaria se tornasse, já no final dos anos 90, a maior no segmento de cervejas de trigo. Nesta época, a ERDINGER passou também a ser exportada mundo afora, em uma estratégia para manter e consolidar a conquistada liderança entre as cervejas de trigo.
As cervejas
A ERDINGER é uma das únicas linhas de cerveja de trigo disponível atualmente no mercado que utiliza duas fermentações distintas, um processo similar aos champanhes, sendo a primeira fermentação alta (nos tanques) e a segunda, baixa (refermentada na garrafa). Este processo confere às cervejas da marca um paladar único, extremamente equilibrado e excelente “drinkability” (capacidade de beber em grandes quantidades. Ou seja, uma cerveja de fácil consumo e que não satura o paladar). Além disso, são necessárias de três a quatro semanas para maturação - um complexo método de produção, que pouquíssimas cervejarias utilizavam. O mais fino malte de trigo e cevada, lúpulo selecionado e água pura e transparente dos profundos poços da própria ERDINGER compõem seu exclusivo sabor. A linha de cervejas da marca é composta por 10 versões, algumas delas sazonais:


 ERDINGER WEISSBIER (clara): Carro-chefe da empresa é uma cerveja de trigo com levedura fina e tradicional maturação dentro da própria garrafa, similar aos champanhes. É uma cerveja leve, viva, muito aromática e refrescante, de sabor incomparável, clássica entre as cervejas de trigo. Harmoniza com peixes e frutos do mar, saladas, grelhados, salsichas e pratos apimentados. Teor alcoólico: 5.3%.








 ERDINGER PIKANTUS (bock): Uma especialidade bávara para amantes de cervejas fortes. Com 7.3% de teor alcoólico, esta cerveja escura tipo Bock adquire sabor forte e completo através da utilização de selecionados maltes tostados de trigo e cevada, e no longo período de maturação. Mesmo com um elevado índice de álcool, ela mantém seu sabor único e se torna o exemplo perfeito de uma cerveja forte, “fácil de beber”. Ou seja, não somente no inverno, mas no ano inteiro, é uma boa pedida. Harmoniza com charutos e doces, além de pratos à base de caças e aves.







 ERDINGER URWEISSE (clara): cerveja de alta fermentação, com notas ricas de cravo e banana, produzida com a receita original da cervejaria, datada de sua fundação em 1886. Enquanto a versão tradicional é feita com uma exclusiva fermentação híbrida, esta versão é direcionada aos amantes de cervejas de trigo que buscam a tipicidade deste estilo. É produzida apenas com o processo de alta fermentação nos tanques (não é refermentada na garrafa), mantendo assim as características típicas de uma cerveja Weiss, com aroma e paladar complexos, rico em notas frutadas. Teor alcoólico: 4.9%.




Como servir corretamente uma ERDINGER
Servida corretamente, ERDINGER fica ainda melhor. Para isso, basta uma garrafa bem gelada (a 8°C e deve ser guardada na vertical, para que o trigo não deslize pela garrafa e o gás carbônico não escape na hora da abertura), o exclusivo copo e seguir os seguintes passos:
1. Enxágue o copo exclusivo ERDINGER com água fresca.
2. Com o copo inclinado, sirva lentamente a cerveja, deixando dois dedos do líquido ainda na garrafa.
3. Agite a garrafa para misturar a levedura depositada no fundo.
4. Sirva o restante, formando uma coroa de espuma. A levedura ficará uniformemente dissolvida na cerveja, dando sua típica aparência turva.A marca no mundo
A ERDINGER, a mais consumida e famosa cerveja de trigo do mundo, comercializa seus produtos em mais de 80 países. Hoje, aproximadamente 15% da produção anual de 1.6 milhões de hectolitros é exportada, principalmente para a Áustria, a Suíça e a Itália. No Brasil a cerveja chegou oficialmente em 2000.



Almoço dia 19/07


Estaremos atendendo das 11:30 às 14:30 hrs 
serviremos Peixe Branco Empanado com Pure de Batata.







sábado, 13 de julho de 2013

Encontrado um peixe no Alasca com 200 anos de idade.





Um bodião capturado na costa do Alasca, EUA, pode estabelecer um novo recorde.
O peixe foi capturado por Henry Liebman, morador do estado. Troy Tydingco, do Departamento de Caça e Pesca do Alasca, disse em comunicado que o recorde anterior de um bodião (Sebastes borealis) era de 175 anos, mas salientou que o peixe era muito menor do que este que Henry capturou.
O anterior era de 83 centímetros. O detentor do recorde tem 104 centímetros”, declarou Tydingco.
Amostras do peixe foram enviadas para análises em laboratório para determinar. Os cientistas podem estimar a idade através da análise da cartilagem da orelha chamada otólito, através de anéis etários, iguais aos que podem ser encontrados em troncos de árvores.
A longevidade dos animais continua a ser um engima para os biólogos. Alguns pesquisadores descobriram que os indivíduos menores dentro de uma espécie tendem a viver mais tempo que seus irmãos maiores.
Além do recorde de longevidade, o exemplar capturado também poderá ser classificado como o maior da espécie.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Novidade no Almoço.


À partir de 06/07 Serviremos Festival de Salmão no Almoço.


Sexta e Sábado das 11:30 às 14:30 horas.














quinta-feira, 11 de julho de 2013


Estaremos atendendo das 11:30 às 14:30 de Sexta e Sábado,
com o nosso tradicional Almoço, sempre com um prato diferenciado para melhor atendê-los.

Rua Florindo Cibin 125/129
Vila Medon -Americana
(19) 34620931

terça-feira, 9 de julho de 2013

Kani Kana.

O que mais se ouve é que é uma massa de peixe. Pois bem, vamos descobrir o que é aquele trequinho branco com uma “cobertura” rosa.
É um bastão feito com carne de peixe sabor imitação de carne de caranguejo. Em japonês, kani significa caranguejo e deu origem ao nome do produto porque é aromatizado com extrato ou carne desse crustáceo, apesar que agora utiliza-se também, extrato de lagosta como aromatizante.
kani-kama-sushi
Começou a ser industrializada e rapidamente se tornou popular no mundo inteiro. O principal componente do kani é o surimi, massa feita com carne de pescado e, para seu preparo, são usados peixes bem brancos, provenientes de mares mais gelados.
Mas não é só isso que ele tem, e aí é que mora o perigo. À ele, adiciona-se também amido de trigo,clara de ovoaçúcarextrato de algas e de caranguejo ou lagostasalvinho de arroz,proteína de broto de feijãoglutamato monossódico, e ainda recebe um corante alimentício vermelho, que dá a carinha mais colorida e rosado ao alimento. Para as meninas, ele é super bonitinho, né? Afinal é rosa, rs! Mas isso não significa que homem não pode comer, hein? Nada de preconceito, é só brincadeirinha.
Os bastões de massa de peixe são embalados em plástico à vácuo, cozida e cortada, todo dentro da própria embalagem, sendo congelada em seguida. Pode ser consumido crú ou cozido.
Portanto, quando for comer comida japonesa, tenha em mente que o temaki de salmão é mais saudável que o temaki de kani kama, visto que esse tem até açúcar.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Almoço Nippon.

Estaremos atendendo das 11:30 ás 14:30 horas com o nosso Festival do Salmão.

Sunomono, Tataki, Cheese Salmo, Combinado de Salmão com 22 unidades, 4 Hot Tailandês,
2 Bolinhos de Salmão.










                                                         

quinta-feira, 4 de julho de 2013

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Beneficíos do Camarão.

Saboroso, camarão também é rico em vitaminas.Férias, praia, sol e camarão. Para muitas pessoas talvez não exista combinação mais perfeita. Nada melhor que sentir aquele crustáceo frito (ou não) derretendo na sua boca, observando o grande mar azul. Mas além de enfeitar nossas férias, o camarão possui muitos outros benefícios. Para esclarecer essas vantagens e lhe dar água na boca, hoje você vai descobrir mais sobre o camarão.Como todo crustáceo, o camarão é uma excelente fonte de ômega-3, que ajuda na diminuição dos níveis de triglicerídeos e de colesterol ruim, o LDL. Além disso, pesquisas recentes indicam que o camarão é um grande aliado na luta contra a artrite e a artrose, pois possui glicosamina, substância que auxilia a regeneração da cartilagem dos ligamentos.O camarão é rico também em vitamina D, que é responsável para o desenvolvimento de ossos e dentes além de controlar o nível de cálcio nos ossos. As vitaminas A, B e C também são encontradas no crustáceo.
Como se não bastasse tudo isso, no camarão também é encontrado o selênio, substância que estimula o sistema imunológico e diminui as chances de formação de coágulos, diminuindo os riscos de ataques cardíacos e derrames. O selênio também é responsável pela produção do ‘colesterol bom’, o HDL, que mantém a boa saúde do seu coração.

É na cabeça e na cauda do camarão que se encontram os principais nutrientes, portanto nada de cortar o bichinho e jogar a cabeça e a cauda fora. Na próxima vez que for para a praia ou para supermercado não deixe de pegar camarão, além de saboroso, ele também é de grande valia para o nosso corpo.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Hashi.


Segundo a lenda, o hashi foi inspirado no movimento do bico da garça
São apenas dois pauzinhos, mas apesar de aparentemente simples, seu manuseio é composto por várias regras. Para evitar gafes, vale a pena conhecer algumas dicas de como utilizar não apenas o hashi, mas também outros utensílios que compõem a mesa de todo restaurante japonês.
No começo é difícil de manusear, mas depois de algum treino, torna-se muito mais prático que usar garfo e faca. Além de dispensar o vai-e-vem dos talheres de uma mão para a outra, o uso do hashi ajuda na digestão, por levar uma pequena quantidade de comida à boca, ao contrário das grandes garfadas e enormes colheradas.
Diz a lenda que a criação do hashi foi inspirada no movimento do bico da garça. Antes restrito à China, Coreia e Japão, recentemente seu uso foi difundido em várias partes do mundo. E no Brasil não poderia ser diferente, ainda mais com a multiplicação dos restaurantes japoneses nos últimos anos.



Sem espetar .
Espetar os hashis na comida é uma das piores gafes que alguém pode cometer ao degustar a culinária japonesa. Além de ser feio, o ato tem um sentido religioso. Quando os japoneses oram e acendem incensos nos oratórios nipônicos (butsudan) eles espetam os hashis na vertical.


Hashis juntinhos
Hashis devem ficar sempre juntos, paralelamente à mesa, portanto nada de deixá-los abertos, separados um do outro de cada lado do prato ou sobre as tigelas. Existem apoios para se colocar os palitinhos. Caso não haja no restaurante, improvise dobrando a embalagem dos hashis e colocando a ponta dos mesmos sobre ele.


Pecado mortal
Por mais saborosa que a comida esteja é pecado mortal chupar ou lamber os hashis. Do mesmo modo não se usam os palitinhos para apontar pessoas ou alimentos, gesticular com eles na mão ou espetar os alimentos.
De olho na postura
Equilibrar a comida entre os hashis requer treino e habilidade. Isso porque quando estiver à mesa, nunca se deve dobrar o corpo para levar o alimento à boca e sim movimentar delicadamente o braço e as mãos que seguram os hashis.


                                   








 

sexta-feira, 28 de junho de 2013


Almoço dia 29/06 das 11:30 às 14:30


Venham saborear nossa deliciosa Paella de Frutos do Mar.




quinta-feira, 27 de junho de 2013

Wasabi.

                                                       

 Há quem diga que wasabi é o mesmo que raiz forte, mas eles não são o mesmo vegetal. Apesar de possuir um formato parecido com o da raiz forte, eles são de famílias diferentes. O wasabi (Wasabia japonica) tem origem japonesa e era apreciado na culinária local desde o século 8. A raiz ralada acompanhava peixes crus e o caule e as folhas eram utilizadas em conserva e apresenta um aroma e paladar que não são comparáveis aos dos produtos comercializados, os quais se apresentam no mercado sob a forma de pasta ou em pó . A raiz forte(Armoracia rusticana) é um vegetal da família da couve-flor, repolho, couve-de-bruxelas e brócolis. Tem origem na Europa Oriental. No sushi é usado para ajudar na digestão do peixe crú, e eliminar todas as suas bactérias. Infelizmente, aqui só encontramos o Wasabi em pó que é uma mistura de mostarda, corante e muitas vezes raiz forte. A raiz-forte japonesa selvagem parece ter sido utilizada como planta medicinal e antíodo para envenenamentos por ingestão de alimentos, daí ser servido com peixe cru desde a era Nara (710-793).


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Superpoderes do Gogumelo.



                Shitake                                                    Shimeji










Conheça os 4 poderes do shiitake e do shimeji
Poder número 1: ativa o botão da saciedade e diminui a fome

Dependendo da receita, um prato à base de shiitake ou shimeji pode ser considerado para lá de light. O alimento soma apenas 35 calorias, em média, para uma porção generosa de 100 gramas, 1 xícara e meia de chá ­- um valor menor que a metade da mesma quantidade de kani, por exemplo, que já é considerado pouco calórico. "Sem falar que o sabor intenso dele aciona uma espécie de centro de recompensa do nosso sistema nervoso. Ativado, esse centro manda uma mensagem de saciedade ao cérebro", explica Vanderlí Marchiori, nutricionista de São Paulo. Mas atenção: para conservar o baixo valor calórico do cogumelo não vale banhá-lo na manteiga (troque-a por uma colher de chá de margarina light) nem regar o risoto com uma lata de creme de leite.
Poder número 2: garante tanta proteína quanto a da carne vermelha (e engorda menos!)

Ele contém vitaminas, fibras e minerais, mas é o alto teor proteico o carro-chefe nutricional do cogumelo. Dá para dizer que quatro colheres de sopa de shiitake equivalem a um bife de carne vermelha pequeno. Tanto o shiitake como o shimeji contêm uma composição privilegiada de aminoácidos essenciais, aqueles nutrientes fundamentais para o metabolismo funcionar a pleno vapor e que o nosso corpo não sintetiza sozinho. Outra grande vantagem dele sobre a carne está na baixa quantidade de gorduras. Enquanto 100 gramas de contrafilé têm cerca de 13 gramas de lipídios, a mesma quantidade de cogumelo não ultrapassa um grama de gordura. Aí, não importa se você é fã da proteína para ganhar músculos ou se quer emagrecer comendo menos carboidrato, o ponto vai para o cogumelo.
Poder número 3: recruta o exército de defesa do organismo e previne a gripe e o câncer

Estimular o sistema imunológico está entre os principais benefícios terapêuticos dos cogumelos shimeji e shiitake e, só por isso, já podem ser considerados alimentos mais do que funcionais. Essa missão fica a cargo de uma substância chamada lentinan. "Segundo estudos da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, o lentinan seria capaz de estimular o funcionamento dos macrófagos, células responsáveis pela produção da interleucina, outra substância relacionada ao combate da gripe e de outras infecções, até mesmo as causadas por doenças crônicas como hepatite e Aids, além de prevenir o aparecimento de tumores cancerígenos", constata Jocelem Mastrodi Salgado, professora titular de nutrição da Escola Superior de Agricultora Luiz Queiroz (ESALQ/USP), em Piracicaba, interior de São Paulo.
Poder número 4: afina o seu sangue e afasta o mau colesterol

Ao lado de uma lista que inclui a cevada, o farelo de arroz, a alga marinha e o chá verde, os pesquisadores apontam o shitake e o shimeji como alimentos capazes de proteger o organismo contra doenças ligadas ao coração. Entre elas, o colesterol alto, a hipertensão, o enfarte e o diabetes. São duas as substâncias responsáveis pela tarefa: a eritadenine, que diminui a agregação de gordura no sangue (e que, em excesso, entope as artérias) e as betaglucanas, fibras que ajudam no controle do mau colesterol. Não é à toa que os chineses chamam os cogumelos de tônico da longevidade e os utilizam, há muitos anos, secos ou na forma de extratos como medicamentos para tratar o corpo e viver cada vez melhor.